quinta-feira, 4 de março de 2010
Ajoelhado sobre o mar
sem água, nem sal.
Saudade do tapete do altar
atraída pela pulga que coçava
a orelha que ouvia
o ouvido do ouvidor
de voz muda e andar parado
varrido do fim
pela aliança que caiu da escada.
Magali Berggren Comelato


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